ADFG

Em 13 de março de 1964, Giselda Castro e um pequeno grupo de senhoras da alta sociedade porto-alegrense fundaram a Ação Democrática Feminina Gaúcha. O objetivo inicial da ADFG era realizar um trabalho assistencial com foco na educação de jovens e na profissionalização de mulheres de baixa renda. Logo em seguida, Magda Renner passou a integrar a entidade. Motivadas pelas ideias do ambientalista José Lutzenberger, a ADFG passou a se dedicar também à causa ecológica. No documentário Substantivo Feminino, as ex-integrantes da ADFG Ilka Bopp e Sofia Renner lembraram o início da entidade e a atuação de Magda e Giselda em defesa do Meio Ambiente. Confira algumas fotos:

Orgulho de filha

Em momentos diferentes, a equipe do documentário Substantivo Feminino teve a oportunidade de registrar os depoimentos de Maria da Graça Castro, filha de Giselda Castro, e Felicitas Renner, filha de Magda Renner. Ambas falaram com carinho e orgulho sobre a história de vida das suas mães.

No antigo apartamento de Giselda, onde a ambientalista costumava espalhar fotos da família e de viagens,  Maria da Graça lembrou:

“Não era aquela mãe que saía para fazer compras ou tomar chá com as amigas. Eu achava aquilo até maravilhoso porque a minha mãe estava sempre em algum lugar salvando o mundo”.

Por sua vez, Felicitas afirmou na casa de Magda:

“Todo o trabalho dela valeu muito. Ela fez por gerações!”.

Parceria com ArenAgora

Daniela Sallet Produções assinou parceria com a ArenAgora de São Paulo, empresa dedicada ao Marketing Cultural OnLine, e que promove o diálogo entre os meios artístico e corporativo.
A ArenAgora é uma sociedade da empresária gaúcha Juliana Renner Ely e do engenheiro italiano, músico, e ator, Danilo Alba. Além de aproximar produtores culturais e patrocinadores, a ArenAgora investe na divulgação online dos projetos, desde a fase de pré-produção. O documentário Substantivo Feminino, dirigido por Daniela Sallet, tem aprovação da Lei Rouanet e agora faz parte do portfólio da ArenAgora.

 

Confira:

http://www.arenagora.com.br/substantivo-feminino/

http://www.arenagora.com.br/ativismo-e-solidariedade-substantivo-feminino/

Leo Henkin assina a trilha de Substantivo Feminino

Ele é compositor, produtor musical, arranjador, instrumentista e diretor musical. Em 1994 fundou a banda Papas da Língua. Além do sucesso com os Papas, faz trilhas para comerciais e direção musical para TV. No cinema, fez a direção musical  de longas como  “O Homem que Copiava”, “Saneamento Básico”, “Houve uma vez dois verões”, “Antes que o Mundo Acabe”, “Extremo Sul”, “Doce Brasil Holandês”, “Insônia”, “Quase um Tango”, “Os três Zuretas” e “Mercado de Notícias”, além de médias e curtas metragens. Leo Henkin assina a trilha do documentário Substantivo Feminino.