ADFG

Em 13 de março de 1964, Giselda Castro e um pequeno grupo de senhoras da alta sociedade porto-alegrense fundaram a Ação Democrática Feminina Gaúcha. O objetivo inicial da ADFG era realizar um trabalho assistencial com foco na educação de jovens e na profissionalização de mulheres de baixa renda. Logo em seguida, Magda Renner passou a integrar a entidade. Motivadas pelas ideias do ambientalista José Lutzenberger, a ADFG passou a se dedicar também à causa ecológica. No documentário Substantivo Feminino, as ex-integrantes da ADFG Ilka Bopp e Sofia Renner lembraram o início da entidade e a atuação de Magda e Giselda em defesa do Meio Ambiente. Confira algumas fotos:

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Amigos da Terra Brasil 50 Anos

O documentário Substantivo Feminino também é uma forma de homenagear os 50 anos dos Amigos da Terra no Brasil. A organização começou em 1964 como ADFG, mudou para ADFG – Amigos da Terra e, desde 1998, é o NAT- Núcleo Amigos da Terra Brasil. Entre os ex e atuais integrantes do NAT, tivemos todo apoio para realizar pesquisas e mergulhar num acervo rico de correspondências, documentos e publicações que, no futuro, farão parte da Biblioteca Magda Renner na sede da Rua Olavo Bilac, em Porto Alegre. Nosso reconhecimento à confiança e ao incentivo de Bruna Engel e de André Guerra do Grupo de Trabalho e ao atual presidente Fernando Campos Costa.

 

ADFG 50 Anos

Há exatos 50 anos, em 13 de março, um pequeno grupo de senhoras cultas e da alta sociedade de Porto Alegre criou uma entidade para exercer a cidadania.

Elas começaram se posicionando com a escolha do próprio nome. Rejeitaram a palavra associação, ou assemelhadas em tom de agremiação e, para batizar a vontade do pequeno grupo de mulheres, cunharam o termo Ação.

A Ação Democrática Feminina Gaúcha, que depois ficou mais conhecida pela sigla composta ADFG – Amigos da Terra, desempenhou um papel fundamental nos últimos tempos no desenvolvimento do conceito de desenvolvimento sustentável e da perseguição, à melhor qualidade de vida, que contempla a busca de um mundo melhor para todos.

Como disse uma delas depois, as senhoras na faixa dos 40 anos deixaram o conforto do lar motivadas pelo despertar da consciência cidadã e envolveram-se ativamente nos destinos do país.

Identificadas como pioneiras ecologistas, pela atuação de repercussão contundente ao lado de José Lutzenberger nos anos 70 e 80, foram mais militantes do civismo e da democracia, que afirmaram o ativismo brasileiro em diversos países.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, no ano de 2005, Villa homenageou líderes históricas do movimento como Giselda Castro, Magda Renner e Hilda Zimermann, com a medalha da 52ª Legislatura.

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