A história de Giselda e Magda no TEDx

Nos dias 4 e 5 de abril, a história das ambientalistas Giselda Castro e Magda Renner estará no palco do TDEx Laçador, na PUC em Porto Alegre. A cada edição, o TDEx apresenta uma série de ideias e ações que mudam de alguma forma. Daniela Sallet estará compartilhando com o público a trajetória das gaúchas que são retratadas no documentário Substantivo Feminino. O ativismo de Magda e Giselda é contagiante.  Já sexagenárias, as duas percorreram o mundo para defender o Meio Ambiente.  Militavam nas ruas e diretamente com autoridades e empresários, sempre combativas e determinadas. Maiores informações: http://www.facebook.com/tedxlacador

Porque elas

Muita gente pergunta por que fazer um documentário sobre Giselda Castro e Magda Renner. A resposta é múltipla, mas pode-se dizer que o trabalho delas é uma inspiração, em especial para quem pensa na coletividade. E nada mais oportuno nesta época de individualismos. As pessoas que gravaram depoimentos também ajudam muito nesse entendimento. Aqui, algumas manifestações:

“Viver o ambientalismo é ter uma visão de vida diferenciada, uma visão que agrega solidariedade. Viver o ambientalismo é uma filosofia de vida que já era presente no modo de agir, ser e viver da Giselda e da Magda”. Silvia Capelli- procuradora de Justiça

“Magda e Giselda conseguiram fazer que a indignação delas se transformasse em uma luta que transcendeu e atingiu a sociedade. Por isso acho que elas foram construtoras sociais, ficaram indignadas e foram a luta”. Antenor Ferrari, ex-presidente da Assembleia Legislativa RS

“Eram mulheres fortes, carismáticas, mas o mais importante se me perguntassem é que eram combativas. Fica o exemplo num mundo com poucos heróis, de poucos referenciais éticos. Elas são heroínas de um momento e construíram uma história que tem mais sentido hoje que teria lá atrás”. Fábio Feldmann- ex-deputado federal SP

“Ainda se está muito longe de fazer justiça ao papel extraordinário que Magda e Giselda tiveram na construção de uma consciência, de uma cultura voltada para a vida”. Lilian Dreyer- jornalista

Substantivo Feminino presente no RCM 2014

A equipe do Substantivo Feminino marcou presença no maior evento da America Latina voltado para o mercado audiovisual. O Rio Content Market é uma realização focada na indústria de televisão e mídias digitais para apresentar as tendências em produção audiovisual. Promovido pela Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão, o RCM terminou nesta sexta-feira, depois de uma intensa programação sobre narrativas, inovação, políticas e negócios para o setor.

ADFG 50 Anos

Há exatos 50 anos, em 13 de março, um pequeno grupo de senhoras cultas e da alta sociedade de Porto Alegre criou uma entidade para exercer a cidadania.

Elas começaram se posicionando com a escolha do próprio nome. Rejeitaram a palavra associação, ou assemelhadas em tom de agremiação e, para batizar a vontade do pequeno grupo de mulheres, cunharam o termo Ação.

A Ação Democrática Feminina Gaúcha, que depois ficou mais conhecida pela sigla composta ADFG – Amigos da Terra, desempenhou um papel fundamental nos últimos tempos no desenvolvimento do conceito de desenvolvimento sustentável e da perseguição, à melhor qualidade de vida, que contempla a busca de um mundo melhor para todos.

Como disse uma delas depois, as senhoras na faixa dos 40 anos deixaram o conforto do lar motivadas pelo despertar da consciência cidadã e envolveram-se ativamente nos destinos do país.

Identificadas como pioneiras ecologistas, pela atuação de repercussão contundente ao lado de José Lutzenberger nos anos 70 e 80, foram mais militantes do civismo e da democracia, que afirmaram o ativismo brasileiro em diversos países.

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, no ano de 2005, Villa homenageou líderes históricas do movimento como Giselda Castro, Magda Renner e Hilda Zimermann, com a medalha da 52ª Legislatura.

Leia mais em http://goo.gl/ERHfoN

Leo Henkin assina a trilha de Substantivo Feminino

Ele é compositor, produtor musical, arranjador, instrumentista e diretor musical. Em 1994 fundou a banda Papas da Língua. Além do sucesso com os Papas, faz trilhas para comerciais e direção musical para TV. No cinema, fez a direção musical  de longas como  “O Homem que Copiava”, “Saneamento Básico”, “Houve uma vez dois verões”, “Antes que o Mundo Acabe”, “Extremo Sul”, “Doce Brasil Holandês”, “Insônia”, “Quase um Tango”, “Os três Zuretas” e “Mercado de Notícias”, além de médias e curtas metragens. Leo Henkin assina a trilha do documentário Substantivo Feminino.