Porque elas

Muita gente pergunta por que fazer um documentário sobre Giselda Castro e Magda Renner. A resposta é múltipla, mas pode-se dizer que o trabalho delas é uma inspiração, em especial para quem pensa na coletividade. E nada mais oportuno nesta época de individualismos. As pessoas que gravaram depoimentos também ajudam muito nesse entendimento. Aqui, algumas manifestações:

“Viver o ambientalismo é ter uma visão de vida diferenciada, uma visão que agrega solidariedade. Viver o ambientalismo é uma filosofia de vida que já era presente no modo de agir, ser e viver da Giselda e da Magda”. Silvia Capelli- procuradora de Justiça

“Magda e Giselda conseguiram fazer que a indignação delas se transformasse em uma luta que transcendeu e atingiu a sociedade. Por isso acho que elas foram construtoras sociais, ficaram indignadas e foram a luta”. Antenor Ferrari, ex-presidente da Assembleia Legislativa RS

“Eram mulheres fortes, carismáticas, mas o mais importante se me perguntassem é que eram combativas. Fica o exemplo num mundo com poucos heróis, de poucos referenciais éticos. Elas são heroínas de um momento e construíram uma história que tem mais sentido hoje que teria lá atrás”. Fábio Feldmann- ex-deputado federal SP

“Ainda se está muito longe de fazer justiça ao papel extraordinário que Magda e Giselda tiveram na construção de uma consciência, de uma cultura voltada para a vida”. Lilian Dreyer- jornalista

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